sábado, 16 de junho de 2012

Marcus Alexandre recebe adesão da população no mercado Elias Mansour



Marcus Alexandre explicou aos comerciantes, produtores
 e também a população em geral como pretende
valorizar o cinturão verde da cidade
O candidato do PT e da Frente Popular à prefeitura de Rio Branco, Marcus Alexandre, fez campanha neste final de semana no mercado municipal Elias Mansour, próximo ao Terminal Urbano. Foi cumprimentado, recebeu diversas manifestações de apoio e falou das propostas que estão no plano de governo para administrar a cidade de Rio Branco a partir de janeiro de 2013.

Marcus Alexandre explicou aos comerciantes, produtores e também a população em geral como pretende valorizar o cinturão verde da cidade. O município tem 17 projetos de assentamento e 5.911 famílias assentadas num total de 408.554 hectares de área dedicadas à produção agrícola.

Assim como já fez o prefeito Raimundo Angelim, quando construiu a Ceasa, Marcus Alexandre também considera fundamental os investimentos no setor agrícola. No caso de Angelim, ele reativou a Secretaria Municipal de Agricultura quando esta foi desativada no governo anterior.

“Nossos adversários fizeram foi desativar a Secretaria Municipal de Agricultura, num desrespeito ao homem do campo. Nós, da Frente Popular, ao contrário, vamos é valorizar o trabalhador rural na cidade de Rio Branco”, afirma Marcus Alexandre.

Dos 17 projetos de assentamentos, sete são pólos agroflorestais. Embora não muito numerosos, os pólos tem uma importância na mudança do paradigma tecnológico, pois aumenta a produtividade e consolida a produção sustentável. Daí a importância de manter a Secretaria de Agricultura e Floresta (Safra) para o desenvolvimento dessas políticas.

Além dos mercados municipais, Marcus Alexandre também acredita nas feiras dos bairros como forma de consolidar a economia agrícola do município, pois servem como locais onde os produtores podem facilmente comercializar os seus produtos, trazendo diversas opções aos moradores da cidade.

E o fortalecimento do setor também depende, além dos investimentos em mecanização e modernização da produção, da parceria com as associações de produtores, sindicatos rurais, cooperativas e organizações não-governamentais.

Fonte: riobranco.net

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